quarta-feira, 24 de julho de 2013

Vou morrer de saudade, não não vá embora ♪

Nessa segunda-feira (22), foi a nossa última aula presencial ao lado do nosso querido Prof. Fernando Pimentel e não poderia deixa de agradecê-lo por todos os aprendizados, todos os risos, todas as broncas, todas as dicas, enfim, por todos os momentos vivenciados.

"Professor Fernando,
ao londo desta caminhada tu guiastes o meu caminho... Me mostrou a cada momento compreensão, paciência,  inteligência e dedicação. Saiba que jamais irei esquecer-te. Que Deus continue te guiando e abençoando. Digo e continuo dizendo: isto não é uma adeus, é apensa um até logo!!!"
                                                                                     Mariana Barros


domingo, 16 de junho de 2013

Provinha de TIC

Boa tarde!!

Na nossa ultima aula tivemos a primeira prova de TIC!
E que prova em? rsrsrs
O pedido do professor foi fazer um mapa conceitual falando sobre todos os conceitos estudados em sala.
Minha dupla foi a mesma do blog: Mariana!
Conseguimos colocar o mapa, o gigante mapa, em duas folhas papel A4. Pra vocês verem como foi pequeno rsrsrs
Pois bem, o resultado foi mega satisfatório. Tiramos 10zinhoooo, ops, 10zãão!
Nosso primeiro DEZ na disciplina. Na Ufal. Na vida de universitária.
E que venham outros... e mais outros.

Bom resto de final de semana pra vocês!
E que venha mais uma semana!!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Infográfia



Infográfica ou infográficos são gráficos com algumas informações. Em revistas os infográficos são caraterizados pela junção de textos breves com ilustrações explicativas para o leitor entender o conteúdo. Esses gráficos são usados onde a informação precisa ser explicada de forma mais dinâmica, como em mapas, jornalismo e manuais técnicos, educativos ou científicos. É um recurso muitas vezes complexo, podendo se utilizar da combinação de fotografia, desenho e texto. Eles facilitam a compreensão de matérias em que apenas texto dificultaria o entendimento. No design de jornais, por exemplo, o infográfico costuma ser usado para descrever como aconteceu determinado fato, quais suas consequências. Além de explicar, por meio de ilustrações, diagramas e textos, fatos que o texto ou a foto não conseguem detalhar com a mesma eficiência.

·        Origens

As raízes da infografia têm sua origem na pré-história. Os primeiros mapas foram criados milênios antes da escrita. Os mapas mais antigos que se conhece foram encontrados na antiguíssima cidade de Çatal Hüyük, na Turquia, e datam de cerca de 6200 a.C., estando pintados numa parede.

Ficheiro:Infographic Hindenburg.jpg Exemplo.: fig.01

Mensagem pela manhã!



Boooa tarde pessoal!
Como vocês estão?

Bom, na nossa última aula teórica com o professor Fernando Pimentel, falamos sobre Infográfico(que já foi postado dia 30 mas ainda não foi explicado por nós – será mais adiante), sobre os temas dos projetos que vamos fazer e ele nos pediu para que enviássemos uma mensagem para a primeira pessoa que viesse a cabeça! Aaah, e ele queria saber o resultado da nossa mensagem inesperada às 8:30-9h da manhã!

Pois é, vou dizer o resultado da minha!
Só recebi o retorno às 11h. Mas sinceramente? Disseram-me que foi ótimo ter recebido ela. E foi ótimo ter me lembrado de uma pessoa tão cedo e fazê-la se sentir querida!


E o que vocês achariam de receber uma mensagem inesperada às 9h da manhã?

Notícias da UFAL

Ufal não participa de Sisu de meio do ano

Vagas já foram disponibilizadas em seleção única por meio do Enem

Manuella Soares - Jornalista
A Universidade Federal de Alagoas não está participando do processo de seleção do Sisu (Sistema de Seleção Unificada) que será aberto para inscrições na próxima segunda-feira, 17. O pró-reitor interino de graduação, Alexandre Lima, esclarece que a instituição já disponibilizou todas as vagas de graduação na seleção que aconteceu no início do ano. “Assim como aconteceu no ano passado, optamos por oferecer as vagas numa única vez, utilizando a nota do Enem”, explicou.
Alexandre Lima lembrou ainda que o período letivo 2013.1 das unidades acadêmicas de Arapiraca e Delmiro Golveia terão início no próximo dia 17 de junho. Depois do período de confirmação de matrícula, haverá a fase de convocação das listas de espera.
Já no Campus A.C. Simões e nas outras unidades acadêmicas dos campi Arapiraca e Sertão, novos alunos da lista de espera só serão chamados para o período letivo 2013.2, em agosto. Em 2013 a Ufal ofereceu 5.168 vagas para os 108 cursos de graduação.
Enem 2013
A Ufal adota 100% da nota do Enem para ingresso na instituição, por isso, os alunos que desejam concorrer às vagas dos cursos de graduação que serão oferecidas no ano que vem, devem realizar as provas do Exame Nacional do Ensino Médio nos dias 26 e 27 de outubro. Quem já fez a inscrição, pode acompanha pelo site do Inep.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Professores das TIC querem disciplina lecionada no início de cada ciclo


Os professores de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) defenderam hoje, no Parlamento, que a disciplina devia ser leccionada no início de cada ciclo, ou seja, no 5.º, 7.º e 10º anos.

Durante uma audiência na Comissão de Educação, representantes da Associação Nacional de Professores de Informática (ANPRI) manifestaram receio pelos postos de trabalho docente, por ainda não se saber o que vai acontecer à disciplina. O ministro da Educação, Nuno Crato, admitiu em entrevista a um diário, no fim de Outubro, acabar com a disciplina no 9.º ano por considerar que os alunos naquela faixa etária já dominam os computadores.

Há a possibilidade de passar TIC para o 6.º ano.Posteriormente foi “aventada”, em reunião do Conselho de Escolas, a possibilidade de passar TIC para o 6.º ano, o que merece a discordância destes professores, disse hoje o presidente da associação, António Ramos. “É um erro porque é em fim de ciclo, tal como no 9.º ano”, afirmou.

Os professores temem que a reforma curricular, que o ministro prometeu apresentar “oportunamente”, coloque na “lista de dispensáveis” da Função Pública a grande maioria dos docentes.

Atualmente, existem 4.500 professores de informática no ensino, um dos maiores grupos, de acordo com os números que apresentaram aos deputados. Alegaram também que o ministro está “mal informado” quando diz que os adolescentes dominam os computadores: “A maioria dos jovens está mais habituado a lidar com aplicações que não são as mais adequadas para crianças e jovens”.

O perigo das redes sociais

Os professores manifestaram-se muito preocupados com a utilização que os alunos fazem das redes sociais. “Colocam tudo no Facebook, até as horas a que saem da escola. Ficam facilmente à mercê de predadores sexuais”, alertou António Ramos, sublinhando que os jovens “não têm consciência” alguma do que estão a colocar na Internet.

Garantiram também que o “ciberbullying” tem aumentado, “desde ameaças a alunos e professores" a alunos que se apoderam de “passwords” de colegas, facilmente detectáveis e usurpam contas para ofensas a familiares e colegas. Os professores atestaram que esclarecem os alunos também sobre estes perigos. Os representantes da associação aproveitaram ainda a audiência para defenderem uma maior flexibilidade na escolha e vigência dos manuais escolares.

“Independentemente da qualidade, temos de adoptar um manual com seis anos e na área da informática, um manual com seis anos é uma relíquia”, denunciou António Ramos.

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=51948&op=all

Internet wireless gratuita do Porto até à Póvoa

O INESC TEC e a Associação Porto Digital unem esforços para oferecer Internet gratuita e de banda larga na costa marítima entre o Porto e a Póvoa de Varzim já a partir do próximo ano. O piloto vai testar comunicações wireless entre o Edifício Transparente e barcos de pesca de sardinha do Porto de Matosinhos. Pretende-se em fase posterior estender o acesso gratuito à Internet a todos os utilizadores localizados até às cinco milhas marítimas.


Por agora existe um piloto para testar comunicações wireless de banda larga entre o Edifício Transparente e barcos de pesca de sardinha (cooperativa PROPEIXE) no Porto de Matosinhos. Em fase posterior será possível estender o sistema a todos os utilizadores de Internet na costa marítima até cinco milhas. Espera-se que este serviço fique disponível já no próximo ano.

Via satélite

Na base do piloto que está a ser testado no Edifício Transparente está uma tecnologia, designada “JANUS”, que transforma os barcos de pesca em pontos de transmissão de Internet para outros barcos. “Pela primeira vez, pescadores, turistas ou qualquer pessoa localizada até cinco milhas da costa vão ter acesso gratuito à Internet wireless e de banda larga. Atualmente, o acesso à Internet no mar é feito via satélite (tecnologia que acarreta custos muito elevados) ou então tem que ser feito muito próximo de terra, novamente através de tecnologias pagas", explica Rui Campos (INESC TEC).

"A Associação Porto Digital ao longo dos últimos cinco anos tem vindo a expandir a cobertura da rede wireless de acesso gratuito à internet de modo a torná-la mais abrangente e alargar o acesso a diferentes comunidades de utilizadores. Em parceria com a Universidade do Porto, no âmbito do projecto Future Cities, esperamos que ainda este ano a rede seja disponibilizada no interior de veículos na cidade do Porto, expansão essa que em parceria com a AEP está a chegar a outros locais da Área Metropolitana do Porto”, refere Vladimiro Feliz, vice-presidente da Câmara Municipal do Porto e presidente do conselho de administração da Associação Porto Digital. 

Fonte: http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=57753&op=all

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Notícias da UFAL

Extensão deve ser parte integrante da formação acadêmica nas universidades

As propostas que visam consolidar as ações de extensão nos currículos dos cursos foram discutidas nos fóruns regionais e nacional de pró-reitores de Extensão

Lenilda Luna - jornalista 
O pró-reitor de Extensão da Universidade Federal de Alagoas, Eduardo Lyra, participou recentemente de dois importantes fóruns para a articulação de ações voltadas para o fortalecimento da Extensão nas universidades públicas brasileiras. Em abril, de 4 a 5, foi realizado o XL Encontro Regional Nordeste de pró-reitores de Extensão, em São Luis, Maranhão. E nos dias 6,7 e 8 de maio, no Rio de Janeiro, aconteceu o   XXXIII Encontro Nacional do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de Educação Superior Brasileiras (Forproex), com o tema  “Políticas Afirmativas e Juventude”.  
O Fórum de Pró-reitores de Extensão das Universidades Públicas Brasileiras (Forproex) existe desde 1987 e foi criado durante o I Encontro Nacional de Pró-Reitores de Extensão das Universidades Públicas, realizado em Brasília. O Fórum surgiu da necessidade de formular diretrizes conceituais e políticas de ação para as Instituições de Ensino Superior do país. " As universidades públicas tem esse compromisso com a sociedade, buscando fortalecer a cidadania e compartilhar conhecimentos. Consideramos, portanto, que a Extensão não pode ser só um complemento da carga horária dos cursos de graduação, ela deve ser parte integrante da formação acadêmica", ressalta o pró-reitor de Extensão, Eduardo Lyra. 
Segundo Eduardo Lyra, os debates em níveis regionais e nacional sobre as ações de Extensão das universidades estão voltados para O Plano Nacional de Educação (PNE), que está em tramitação desde 2010 no Congresso Nacional, e o Plano Nacional de Extensão Universitária, em debate no Fórum de pró-reitores de Extensão. "Em relação ao PNE, teremos um avanço importante, já que uma das estratégias definidas na meta que pretende elevar a taxa de matrícula na educação superior é justamente garantir que 10% da carga horária na graduação deve ser de ações de extensão, contempladas nos projetos pedagógicos dos cursos", destaca Eduardo Lyra. 
O pró-reitor explica que essas definições políticas são importantes para garantir uma legislação que defina as diretrizes orçamentárias para a Extensão. "É preciso que a Extensão seja vista como parte integrante da formação de nossos alunos e que sejam garantidos recursos para a atuação deles junto às comunidades, da mesma forma como existem recursos garantidos para a política de assistência estudantil e para a iniciação científica. As bolsas de Extensão devem ser oferecidas dentro dessa estratégia, para garantir uma infraestrutura que permita aos estudante e docentes se dedicarem aos projetos extensionistas", pondera Eduardo.
A discussão sobre o tema está sendo aprofundada nos fóruns e em cada universidade. "Existem alguns questionamentos de que estamos propondo aumentar a carga horária dos cursos, mas não se trata disso, e sim de integrar as ações de Extensão dentro dos currículos, com uma maior flexibilização. A Extensão deve ser interdisciplinar e permitir esse diálogo entre o conhecimento teórico adquirido pelo aluno e a aplicação na realidade local. São estratégias que devem ser discutidas internamente em cada colegiado de curso. Aqui na Ufal, já temos uma comissão constituída em portaria do Reitor, para se debruçar sobre este aspecto do fortalecimento das atividades extensionistas integradas ao currículo. além disso, cada unidade acadêmica conta com uma coordenador de Extensão", informa o pró-reitor de Extensão. 
A Ufal também tem uma participação destacada no debate sobre a Extensão em nível nacional e na região nordeste. Exemplo disso, é que o pró-reitor de Extensão, Eduardo Lyra, é vice-presidente do Conselho de Extensão, formado por representantes de todas as Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) para propor políticas de Extensão e dialogar com o Ministério da Educação. "São questões que passam por orçamento, mudanças de currículos e definição de indicadores para avaliar os resultados das ações no âmbito das Ifes. Os projetos são executados, mas temos que aferir os resultados dessa intervenção, precisamos saber como a atuação da universidade impactou em mudanças e caminhar na direção do aprimoramento", defende Eduardo.  
Futuramente, outras atividades importantes para discutir a política de Extensão nas Universidades estão programadas, com a participação de representantes da Universidade Federal de Alagoas. "Em maio de 2014, vamos para o 6º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária, que será realizado em Belém do Pará. Os alunos da Ufal que se destacaram com Certificado de Extensão durante o nosso Congresso Acadêmico vão apresentar os trabalhos nesse evento. Nessa oportunidade, vamos defender também que a Ufal sedie o Congresso Nordestino de Extensão Universitária, que será em 2015", antecipa o pró-reitor. 

Infográfico

Na última aula, dia 27 de maio, o professor explicou o conceito de infográficos e pediu que os grupos que apresentaram seminário criassem o infográfico de seu tema, aqui está o nosso:


terça-feira, 28 de maio de 2013

Notícias da UFAL

Ufal lança terceira edição do Festival de Cinema Universitário em Penedo

Inscrições serão abertas no próximo dia 3 de junho.
Evento acontece entre os dias 12 e 16 de novembro.


Em busca de novas produções audiovisuais independentes, a Universidade Federal de Alagoas (Ufal) lança nesta terça-feira (28), o 3º Festival de Cinema Universitário de Alagoas. As inscrições começam no próximo dia 3 de junho, e irão até 5 de agosto. O festival acontece entre os dias 12 e 16 de novembro, em Penedo, interior de Alagoas.
Para participar, os curtas devem ser de até 30 minutos e ter sido produzidos por estudantes, técnicos ou professores de instituições públicas ou privadas de ensino superior de todo o país. A ficha de inscrição estará disponível no site do evento e deve ser entregue junto com a documentação exigida à Coordenação de Assuntos Culturais da Ufal, pessoalmente ou pelos Correios.
De acordo com o coordenador do festival, Sérgio Onofre, maiores informações estarão disponíveis no edital, que será divulgado ainda essa semana no site do evento.
Este ano, o festival homenageia o cineasta alagoano Celso Brandão, que atua como diretor de cinema desde os anos 70 e já tem mais de 20 filmes realizados, levando ao mundo a cultura e os costumes de Alagoas. A programação do evento contará com projeções de filmes, debates, oficinas e workshops, além de uma mostra ambiental e de cinema infantil.

Telecurso reduz atraso escolar e abre perspectivas novas para milhões

O Telecurso está presente hoje em 30 mil salas de aula no país. Não importa mais onde mais estão os alunos. O saber vai até eles.


O Telecurso está presente hoje em 30 mil salas de aula no país. O programa reduziu o atraso escolar e ajudou a abrir perspectivas novas para milhões de brasileiros.
Dar oportunidades iguais a quem a vida deu caminhos diferentes. “Eu estava parada sem interesse nenhum de continuar a saber. Eu hoje estou aprendendo cada vez mais”, conta a estudante Jordania Paula dos Santos.
Já são seis milhões de estudantes formados pelo Telecurso - projeto idealizado no fim dos anos 1970 pelo presidente das Organizações Globo, jornalista Roberto Marinho.
Para conquistar novos alunos e reduzir a repetência, um método inovador: estudar diante da tela da TV. E assim o Telecurso foi crescendo.
Em uma escola na Serra do Mel, no Rio Grande do Norte, foi implantada em 1993 a primeira telessala de aula. O programa está hoje em sete capitais brasileiras. Mais de 400 municípios abrigam 30 mil salas de aula e já são 40 mil professores formados.
Cristiano sabe o valor de ter uma professora pronta para ajudar. Na semana que começou o Telecurso, ele e a família perderam tudo na enchente que arrasou Friburgo, no estado do Rio de Janeiro, em 2011. Sem emprego, sem ter onde dormir. A força veio da professora.
“Hoje eu curso Ensino Superior fazendo licenciatura em história e seguindo o exemplo dos profissionais que estavam ali presentes na minha vida no momento que eu mais precisei”, completa.
“Os problemas reais da nossa vida, da minha, da sua, de todas, envolve todas as ciências. E o professor coloca a sua competência e o seu conhecimento a serviço das respostas e das questões reais dos estudantes”, aponta Vilma Guimarães, ger. educação Fundação Roberto Marinho.
A tecnologia e a modernização dos métodos de educação acabaram com a sensação de distância entre quem ensina e quem aprende. Encurtaram, e muito, a trilha até o conhecimento. Não importa mais onde mais estão os alunos. O saber vai até eles.
É pela TV, via satélite, ou pela internet. A professora de um estúdio em Manaus se comunica ao vivo com alunos de dezenas de comunidades indígenas, ribeirinhas que ficam a três, quatro dias de barco de distância da capital.
Eles sonham e o Telecurso reforça a esperança. “Eu tinha vergonha de botar o meu dedo assim para assinar as coisas. Eu já disse que não vou desistir. Há dois anos que estou estudando aqui, então era isso eu agradeço muito, obrigada”, agradece uma aluna.

sexta-feira, 24 de maio de 2013

E o que a música nos diz?

Gente, desculpa a modificada de conteúdo do blog. Mas queria compartilhar com vocês uma música de uma banda católica, que nós faz refletir sobre a vida.
Espero que gostem.

Rosa de Saron - Chance 

E o medo se vai
Eu busco no horizonte
Os sonhos que deixei pra trás
Por não saber viver.
E hoje falo de amor,
Pois ontem eu te digo amigo
Que vivi na dor sem hesitar.
[...]
Os dias correm, somem
E com o tempo não vão voltar,
Só há uma chance pra viver.
Não perca a força, e o sonho,
Não deixe nunca de acreditar
Que tudo vai acontecer.
[...]
Levante as mãos e vai sentir,
O Homem da Cruz a te remir
Olhe pro céu e tente ver,
Há um Deus a espera de você.






Para que reflitam e jamais deixem seus sonhos para trás.
Para que saibam que mesmo quando não acreditamos nele, ele acredita em nós.

Um ótimo final de semana!

Pesquisa (...)

      Na aula do dia 13/05, o professor Fernando pediu a todos os alunos que fizessem uma pesquisa com seus parentes e amigos, onde eles teriam que responder a seguinte, e simples, pergunta: 

Por qual razão você tem um celular?


E o resultado da nossa pesquisa foi o seguinte:

10% dos entrevistados usam o celular somente para fazer ligações
30% usam o celular para fazer ligações e enviar sms
60% usam o celular para fazer ligações, enviar sms e acessar a internet e redes socias

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Jogo online pode melhorar a cognição de idosos



O jogo online World of Warcraft (WoW) permite que você se torne um herói mítico e explore um mundo virtual fantástico e misterioso. Trata-se de um MMORPG (Massively Multiplayer Online Role Playing Game), um jogo no qual milhares de usuários, conectados ao servidor do game, escolhem entre vários personagens, de guerreiros a mágicos, e jogam ao mesmo tempo.

Mas o game parece ir além do puro entretenimento. Segundo uma pesquisa da Universidade Estadual da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, idosos que jogam WoW aperfeiçoam seu funcionamento cognitivo.

 Cognição é o conjunto de processos mentais usados no pensamento, na percepção, na classificação, no reconhecimento, na memória, no juízo, na imaginação e na linguagem.

Os cientistas testaram a cognição de quase quarenta pessoas entre 60 e 77 anos, analisando habilidades como memória, capacidade de concentração e noção de espaço. Um segundo teste só foi realizado duas semanas depois, após parte dos voluntários ter jogado World of Warcraft por aproximadamente 14 horas diárias totais no período de duas semanas, e a outra parte ter mantido sua rotina normal.
Comparando os resultados dos testes, os pesquisadores encontraram um aumento muito maior na capacidade cognitiva dos idosos que passaram duas semanas jogando do que os que não experimentaram o game.
 A melhora foi ainda mais notável entre os participantes que não haviam apresentado bons resultados nos primeiros testes.
“Entre os participantes que pontuaram bem nos testes de funcionamento cognitivo iniciais, não houve melhora significativa depois de jogar WoW”, diz a Dra. Anne McLaughlin, coautora do estudo. “Mas nós vimos uma melhora interessante, tanto na habilidade de concentração como na de noção de espaço, entre os idosos que haviam apresentado baixa pontuação nos primeiros testes.”

Segundo a psicóloga Claudimara Chisté, estar constantemente em atividade, tanto física quanto mental, é fundamental para a manutenção do funcionamento cognitivo. “O jogo, dependendo de como for utilizado, pode ter uma vantagem: ele é lúdico. A pessoa se diverte, interage com seus pares, trabalhando tanto aspectos cognitivos quanto sociais”, diz.

Ela explica, no entanto, que pesquisas para investigar os efeitos da prática constante de um jogo específico na cognição de idosos são recentes, por isso os dados ainda são incipientes.

A pesquisa foi realizada com 39 participantes, por isso não pode ser generalizada, adianta a psicóloga. “Não podemos dizer que seus resultados valem para qualquer população, com quaisquer jogos. Novos estudos, porém, replicando os procedimentos, podem indicar resultados com mais precisão”, afirma.
Fazer com que o ser humano mantenha sua autonomia à medida que vai envelhecendo é um dos objetivos dos profissionais de saúde, segundo Claudimara. “Por isso é tão importante incluir no nosso cotidiano práticas que cuidem também dos aspectos cognitivos”, afirma.

Dois anos após morte de aluno, USP segue sem iluminação


Faculdade de São Paulo tem edital para obra  no campus cancelado três vezes pelo TCE.



Foto aérea do campus da USP na capital paulista

Dois anos depois do assassinato do estudante Felipe R. no estacionamento da Faculdade de Economia e Administração da Universidade de São Paulo (FEA-USP), em maio de 2011, a iluminação prometida para o campus da instituição, localizado na Zona Oeste da capital paulista, ainda não saiu do papel. A criação de um fórum para discussões sobre a segurança da universidade – outra promessa da reitoria na ocasião do crime – também não se concretizou.
 Na noite de segunda-feira, estudantes da FEA apagaram todas as luzes da faculdade em um ato de homenagem a Paiva e também de protesto contra a criminalidade no campus. Eles alegam que o convênio da USP com a Polícia Militar, assinado em setembro de 2011, não foi suficiente para alterar a sensação de insegurança. Alunos organizam um fórum para o dia 6 de junho para debater o tema.

Fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/usp-segue-sem-iluminacao-2-anos-apos-morte-de-estudante

 Esperamos que nossa universidade não precise chegar neste estado para pensar na segurança de seus alunos.

DF distribui 3.000 tablets a professores

O governo do Distrito Federal distribuirá 3.000 tablets para professores do ensino médio de escolas públicas. Foram gastos 840.000 reais na compra dos equipamentos — recurso vindo do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e repassado à Secretaria de Educação.

Segundo o secretário de Educação, Denilson Bento da Costa, os professores que receberem os equipamentos farão obrigatoriamente um curso para aprender a usar os tablets. "Estamos preparando uma formação para que eles se apropriem de todas as tecnologias disponíveis no tablet e para que possam realmente utilizá-lo como uma ferramenta pedagógica em sala de aula", disse o secretário.

Atualmente, a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal tem cerca de 5.000 professores atuando no ensino médio e conta com 86 escolas públicas. Ao todo, são 83.000 alunos cursando essa fase de ensino.
(Com Estadão Conteúdo)


Fonte: Revista veja online 
http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/df-3-mil-tablets-serao-distribuidos-a-professores-publicos

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Hipertexto


Ao longo da história da humanidade a maioria dos registros feitos, em se tratando de narrativa textual, foram em forma de metanarrativas, que são as narrativas retóricas e lineares, com classificações hierárquicas e de forma que a leitura não é feita baseada em associações, como acontece no hipertexto. Tanto em registros religiosos quanto em livros didáticos a narrativa segue uma temporalidade linear, do mais antigo ao recente, de acontecimentos subseqüentes por períodos históricos, e por outros fatores próprios do projeto da modernidade. Porém no mundo contemporâneo nos deparamos com o excesso de informações e a urgência de seleção dessas informações. A estrutura de uma narrativa hipertextual vem permitir melhor desempenho nesta seleção de informações.
O termo hipertexto foi criado por Theodore Nelson, na década de sessenta, para denominar a forma de escrita/leitura não linear na informática, pelo sistema “Xanadu”. Até então a idéia de hipertextualidade havia sido apenas manifestada pelo matemático e físico Vannevar Bush através do dispositivo “Memex”.
O hipertexto está relacionado à própria evolução da tecnologia computacional quando a interação passa à interatividade, em que o computador deixa de ser binário, rígido e centralizador, para oferecer ao usuário interfaces interativas. O termo interativo já pertencia ao campo das artes quando se propunha intervenção do/com apreciador, no entanto o termo interatividade passa a se associar a sistemas da informática, por fazer um contraponto à leitura/escrita das metanarrativas.
O hipertexto vem auxiliar o ser humano na questão da aquisição e assimilação do conhecimento, pois tal como o cérebro humano, ele não possui uma estrutura hierárquica e linear, sua característica é a capilaridade, ou melhor, uma forma de organização em rede. Ao acessarmos um ponto determinado de um hipertexto, conseqüentemente, outros que estão interligados também são acessados, no grau de interatividade que necessitamos.
Por muitos anos interagir com o computador exigiu uma base de conhecimento em alguns sistemas de hardware, mas com a evolução de softwares hipertextuais, cada vez mais têm sido aperfeiçoados mecanismos de interatividade através do mouse e de outros periféricos, como câmera, scanner, etc. A tela de um monitor apresenta-se hoje fragmentada e personalizada, proporcionando ao usuário a facilidade de acesso às informações e a forma lúdica de utilização das ferramentas.
Foi no campo da informática que surgiu o hipertexto, pela necessidade de tornar o computador cada vez mais interativo. Mas o hipertexto não precisa ser interativo e sim “explorativo”. Ao navegar pela internet vamos encontrando endereços de sites, palavras sublinhadas, ícones piscando, e muitos outros atrativos que nos levam a clicar com o mouse e abrir diversas janelas, pois bem, este é o chamado efeito hipertextual no ciberespaço. Da mesma forma pode acontecer num documento de texto (Word, Página na internet), onde se inserem palavras-chaves que levam a outros textos ou imagens.
Ele não está presente apenas no campo da informática, mas encontra-se também nos livros de formatos convencionais, onde os autores buscam facilitar a compreensão de cada capítulo na sua individualidade, sem que perca a essência que compõe o todo, a idéia central do autor. Hoje é muito comum encontrarmos livros organizados por um autor e escritos por vários. Estes livros não lineares são exemplos de hipertextos.
O hipertexto permite ao leitor decidir o rumo a seguir na sua viagem pela leitura, tornando o tempo e o espaço, em relação à construção textual, flexível.
A televisão, o cinema, e outras áreas das artes e do entretenimento também vêm trabalhando com a idéia do hipertexto, até mesmo para alcançar o público hoje mais hiperativo, que vive uma contemporaneidade fragmentada, numa contagem regressiva do tempo de seus afazeres. Há filmes que apresentam algumas pequenas histórias, que parecem independentes umas das outras, porém a essência de cada uma faz parte de um único enredo desenvolvido pelo autor.
Enfim, as partes de um hipertexto fazem sentido, mesmo sendo deslocadas do seu eixo central ou enredo. Ele possibilita a livre escolha, por onde começar e em que ordem seguir.


Fontes
LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência. O futuro dom pensamento na era da informática. Rio de Janeiro: Ed. 34, 1993.
SILVA, Marco. Sala de aula interativa. Rio de Janeiro: Quartet, 2002.

Sociedade Líquida



Li um artigo muito interessante de Zygmunt Bauman, onde ele falava sobre o conceito da "Sociedade Líquida". Ele afirma que vivemos num tempo marcado pela flexibildade, na qual, provoca uma certa fragilidade no que tange nossas relações sobre as coisas ou pessoas.

Essa sociedade líquida é comparada com a água, em razão deste elemento natural ter a potencialidade de alterar sua forma conforme seu recipiente. Nós estamos tendo essa característica instável, nos moldando conforme o andar da carruagem. Perdeu-se o aspecto durável e sólido das coisas, tudo é passível de mudança.

Os antigos viviam esse aspecto solidificável da vida, era possível planejar e criar metas a longo prazo, hoje, tudo é inseguro, nada é garantido; não se planeja a longo prazo. Pode ser que essa característica ganhou tal forma pela rápida mudança que nossas vidas está passando com o avanço da tecnologia. A internet é um exemplo disso. Nunca foi tão rápido e eficiente fazer "amigos", mas também, nunca foi tão rápido e eficiente perdê-los. Temos tantos contatos que se torna sobre-humano manter relações solidificáveis com eles. É possível até se perguntar, será que esses contatos são verdadeiramente amigos ou são apenas contatos? Podemos classificar essas relações: 1)amigo; 2)colega; 3)contato; 4)alguém; 5)adicionei sem saber; 6)nossa, esse cara tá aqui; 7) desconhecido; etc

O mundo vem correndo tão rápido que quando estamos numa relação estável, seja ela profissional, amorosa ou de amizade, na nossa cabeça vem a ideia de que estamos perdendo as novidades. Como se fosse uma novela, na qual, não devemos perder de jeito nenhum o próximo capítulo, pois, tem novidades. Lembrando que a novela é um exemplo por excelência dessa liquidez social. Atualmente os roteiristas mudam o decorrer da história conforme o ibope televisivo. Se tal história não está colando, se o ator está muito feio, se o bandido está tendo mais ibope, rapidinho eles mudam a direção do roteiro.

A sociedade parece estar nessa moda da água: incapaz de manter a forma.

Acho que podemos nos perguntar, essa liquidez é natural do ser humano?
É possível solidificar relações dentro de um mundo instável?
Essa solidificação de relações ou perspectivas não poderia criar possíveis preconceitos, pois, este é uma certa postura equivocada e firme sobre algo?
Cleber Xavier